<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461</atom:id><lastBuildDate>Thu, 03 Dec 2009 11:58:02 +0000</lastBuildDate><title>Acribia</title><description>Acribia - Um bocadinho de rigor não faz mal a ninguém.</description><link>http://acribia.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Umbra)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-5523999795525055170</guid><pubDate>Fri, 02 May 2008 09:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-02T11:47:29.475+01:00</atom:updated><title>As recordações.</title><description>Motivada por acontecimentos recentes a pessoas que me são próximas, mais uma vez confronto-me com a inevitabilidade da morte.&lt;br /&gt;Nestes momentos, em que procuramos aquela frase (que não existe) de conforto... Decidi dizer que dói, vai doer sempre, nunca nos esquecemos. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Habituamo&lt;/span&gt;-nos a lidar com a ausência, começamos a identificar o vazio que fica no lugar e vamos, pouco a pouco, achando normal.&lt;br /&gt;Uma coisa me conforta... Apercebi-me que lembro-me nitidamente da voz do meu Pai, da maneira como se ria, de como esticava a mão para coçar as costas... Além de não me esquecer que ele me falta, também não me esqueço de como ele era. Aliás desde ontem tenho feito um exercício de memória, tentando me lembrar das vozes daqueles que me eram queridos e já foram.&lt;br /&gt;A voz está na minha cabeça, clara, nítida. Como se estivesse a ouvir num &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Ipod&lt;/span&gt;. Não é giro?!&lt;br /&gt;Estarei louca?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-5523999795525055170?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/05/as-recordaes.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-8253531898146415235</guid><pubDate>Thu, 24 Apr 2008 09:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-24T10:55:28.159+01:00</atom:updated><title>Saudades do futuro.</title><description>Quando olho para as minhas fotos recentes reparo numa série de coisas.... Uma delas é que estou mais magra, e isso me deixa contente. No entanto há uma série de outras coisas que muito me desagradam... Há qualquer coisa no meu olhar que me perturba, como se eu não quisesse aceitar essa pessoa em que me transformei. Há um desencanto, um olhar vago e perdido que não gosto de ver que tenho. Olhando minhas fotos antigas vejo um brilho, um fogo que já não existe mais. No meu olhar de hoje só vejo decepção. Isso é triste, muito triste.&lt;br /&gt;Não tenho saudades tuas. Tenho saudades do &lt;strong&gt;conceito&lt;/strong&gt; de mim que existia então. Tenho saudades da &lt;strong&gt;ideia&lt;/strong&gt; de nós. Tenho  saudades daquilo que para mim eram possibilidades então, que hoje não existem mais. Não gosto das certezas que tenho hoje (de não ser mãe, de não ter a carreira que gostaria, de ter escolhido mal, de não ter concluído a licenciatura...).&lt;br /&gt;Tenho saudades do meu futuro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-8253531898146415235?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/04/saudades-do-futuro.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-456507062278164145</guid><pubDate>Mon, 31 Mar 2008 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-01T09:12:28.333+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comida</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>baco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>néctar</category><title>Bacante.</title><description>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R_HuKTS6F-I/AAAAAAAAAA4/ozaymu9HWGw/s1600-h/Paulo+Laureano+Classico+2006.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5184186506825832418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R_HuKTS6F-I/AAAAAAAAAA4/ozaymu9HWGw/s400/Paulo%2BLaureano%2BClassico%2B2006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No fim-de-semana da Páscoa fui à Nazaré. Saindo de Aveiro no fim do dia de trabalho, véspera de feriado, ao chegar ao destino fomos jantar em um restaurante típico. Fica no Sítio, mesmo lá em cima. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jantar simples mas divinal. Peixe fresco para todos. Jantei um belíssimo peixe galo frito acompanhado com arroz de tomtate. Mas o melhor de tudo foi o vinho: Paulo Laureano Clássico 2006 Tinto. Valeu a pena cada gotinha! Um vinho portuguesíssimo, alentejano com 14,5º. Quando li o rótulo e vi a graduação pensei que seria um vinho demasiado alcóolico: nada disso! Trata-se de uma bebida de cor escura, frutado e que deixa na boca uma sensação de veludo. Em resumo: DI-VI-NAL.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Recomendo a todos que, como eu, sem perceber nada de vinhos gostam de beber um vinho de qualidade aqui e ali. E digo-vos que a relação qualidade-preço é excelente! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desculpem os puristas, mas eu gosto de vinho tinto. Digo isto para aqueles que estranham o peixe com vinho tinto...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fica a dica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-456507062278164145?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/03/bacante.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R_HuKTS6F-I/AAAAAAAAAA4/ozaymu9HWGw/s72-c/Paulo%2BLaureano%2BClassico%2B2006.jpg' height='72' width='72'/></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-1570615885103787399</guid><pubDate>Mon, 17 Mar 2008 11:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-17T11:49:31.026Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>saudades</category><title>Não é meu. Mas podia.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Encontrei este post num blog comovente e muito bem escrito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Às vezes sentimo-nos ilhados, mas depois descobrimos que outros sentem/sentiram exactamente o mesmo que nós. Neste caso em particular quando li este post pensei, com a devida vénia, que eu poderia ter escrito exactamente o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui fica o post e o link:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;amanhã é sábado de carnaval.numa noite de sexta, antes do sábado de carnaval, eu ouvi a voz do meu pai pela última vez, e não sabia.faz vinte anos isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;peguei a calculadora: vinte anos dá sete mil e trezentos dias. fora os bissextos, fora o carnaval que pode ser para mais ou para menos em fevereiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;eu não queria saber isso. eu não queria fazer essa conta. de ter mais tempo de vida sem ele do que com ele, e de repente ver que em tudo o que eu falo, faço, sou, tem um tico da minha vida com ele, do desejo dele me aprovar, do medo dele olhar, balançar a cabeça e dizer "do que adiantou ser tão inteligente, ler tanto livro e não dar em nada? fulana filha de sicrano é juíza. beltrana conhece a europa. sicraninha filha do meu compadre comprou um apartamento para a mãe..."ele não diria isso e gritaria com quem dissesse isso para mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;meu pai, que gritava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;meu pai, que sorria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;meu pai capaz de belezas e injustiças, meu pai de amor imenso e imperfeito, meu pai, um ser humano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;meu pai nunca foi um herói. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;foi só meu pai, e isso é muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogdomeupai.blogspot.com/"&gt;http://blogdomeupai.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-1570615885103787399?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/03/dor-de-todos-ns.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-1049704926487509599</guid><pubDate>Thu, 13 Mar 2008 17:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-13T17:18:16.123Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>adoro</category><title>Eu adoro gatos!</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R9lhe1gjSwI/AAAAAAAAAAo/EkvCtwec7Mk/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177276429026675458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R9lhe1gjSwI/AAAAAAAAAAo/EkvCtwec7Mk/s400/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Recebi esta imagem... Adorei!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-1049704926487509599?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/03/eu-adoro-gatos.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R9lhe1gjSwI/AAAAAAAAAAo/EkvCtwec7Mk/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-6306415333346479388</guid><pubDate>Wed, 12 Mar 2008 11:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-12T13:15:32.140Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>ambiente</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>estupidez humana</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>aquecimento global</category><title>O fim do mundo.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Há um povoado no Sul da América do Sul chamado Ushuaia. Esse povoado no Verão costumava ter temperaturas entre 10º e 15º C de máxima. No último Verão Ushuaia atingiu 30ºC de máxima. Os glaciares estão a derreter diariamente. Vi uma imagem impressionante: quando um bloco de gelo se desprende do glaciar entra em rotação sobre si próprio e fica a rodar até descongelar e desaparecer completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um especialista chamou a atenção para o facto de já haver formigas em Ushuaia. As formigas costumam hibernar e voltar à superfície no Verão. As formigas são, portanto, características do clima temperado. A região polar antárctica está a ficar temperada. Estamos a passar de clima polar para temperado nessa região! Os glaciares estão a descongelar! Há malária na Europa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ushuaia é considerado o fim do mundo porque a sul não existe nada, nem terra. Existe apenas gelo. Quando o gelo derreter não vai sobrar nada. Gelo que existe há milhões de anos está a derreter e água doce está a diluir-se no oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de estrelas-do-mar apareceram mortas numa praia nos Estados Unidos. Aqui uma foto e o link para o artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176828369448422130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R9fJ-VgjSvI/AAAAAAAAAAg/ECyBZPvJ3QM/s400/StarTF1103_468x619.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dailymail.co.uk/pages/live/articles/news/news.html?in_article_id=530370&amp;amp;in_page_id=1770"&gt;http://www.dailymail.co.uk/pages/live/articles/news/news.html?in_article_id=530370&amp;amp;in_page_id=1770&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste, não é? Eu, por causa da minha condição humana, sinto vergonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o fim do fim do mundo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-6306415333346479388?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/03/o-fim-do-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_uCcWiP_Bhwo/R9fJ-VgjSvI/AAAAAAAAAAg/ECyBZPvJ3QM/s72-c/StarTF1103_468x619.jpg' height='72' width='72'/></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-1949566718720477369</guid><pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-12T13:16:13.196Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>moral da história</category><title></title><description>&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Quando&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;falamos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;inevitavelmente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;repetimos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;algo&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;já&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;sabemos&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Quando&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ouvimos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;geralmente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;aprendemos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;algo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;novo&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Quem&lt;/span&gt; disse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;isso&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;não&lt;/span&gt; fui eu, foi &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;um&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;tal&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Jared&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Sparks&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;encontrei&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;fuçando&lt;/span&gt; na net... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Quer&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;dizer&lt;/span&gt;, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Jared&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;não&lt;/span&gt; disse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;bem&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;assim&lt;/span&gt;, mas a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;essência&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;está&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;lá&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Acho&lt;/span&gt; que o que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;ele&lt;/span&gt; disse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;vai&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;encontro&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;um&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;provérbio&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;costumo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;usar&lt;/span&gt;, e no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;qual&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;acredito&lt;/span&gt;, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;diz&lt;/span&gt; que se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Deus&lt;/span&gt; nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;deu&lt;/span&gt; dois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;olhos&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;duas&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;orelhas&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;uma&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;só&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;boca&lt;/span&gt; é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;certamente&lt;/span&gt; para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;ouvirmos&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;vermos&lt;/span&gt; o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;dobro&lt;/span&gt; do que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;falamos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Informação&lt;/span&gt; é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;poder&lt;/span&gt;!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-1949566718720477369?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/03/quando-falamos-inevitavelmente.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-159197632564893679</guid><pubDate>Fri, 22 Feb 2008 15:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-29T14:52:47.887Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>antigamente</category><title>No meu tempo.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Quando era miúda, lá no início da década de oitenta do século passado (pasme!), eu perdia algum tempo, que então era coisa que me sobrava, a matutar sobre como eu seria no (então) distante ano 2000. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na verdade o ano 2000 agora também me parece distante, mas é quando olho para trás (humpf)...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando era miúda achava imensa piada quando as pessoas começavam suas frases com a expressão "no meu tempo...". Se bem que lá atrás, quando eu era miúda, o "no meu tempo" costumava ser mais longínquo, pois tenho a sensação que naquele tempo o tempo daquelas pessoas passava mais devagar. Quero com isso dizer que as coisas agora evoluem tão depressa, e há tanta novidade todos os dias que um adolescente de 17 anos já pode dizer que "no meu tempo só tínhamos mini disc, e agora olha o MP4 aí..." com um ar de dinossauro tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então aqui fica a lista do meu tempo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;no meu tempo as feridas curavam-se com mertiolate, nome vulgar da tintura de timerosal. Meriolate ardia muito, muito mesmo. Quando esfolava os joelhos eu chorava sempre, muito... Não tanto pelo machucado, mas sobretudo por antecipação: sabia que aquilo ia arder imenso para fazer o curativo! Depois veio o mertiolate incolor, a seguir o mertiolate em spray (que trazia o soprar incorporado). Aí deu de dizer que mertiolate fazia mal e era proibido! Logo quando fizeram um que não ardia (mas também não prestava). Pode?&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;no meu tempo criança amarela e sem apetite tomava Biotónico Fontoura. Era uma beberagem escura que vinha numa garrafa estranha, ficava sempre em cima da geladeira. Adivinha? Foi proibido também!!! Descobriram que tinha 9% de álcool!!! Daí venha talvez a minha apetência pelas, digamos, coisas etílicas! Litros de biotónico que tomei às colheradas!!!&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;diário era escrito e guardado à cadeado, e não escancarado na internet.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Plutão ainda era um planeta.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;carteiro trazia notícias de gente querida e distante. Hoje só traz contas, notificações judiciais e multas. É a vilanização do carteiro. Tá mal!&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;o mais próximo do msn que existia era o pan friend. A professora trazia uma lista de outras crianças que moravam no exterior, por país. Escolhíamos e mandávamos cartas, postais, fotos... Igualzinho agora, só que antes a cadência das mensagens era, digamos, na melhor das hipóteses, mensal. Hoje se um mail demora mais que 15 min para ser respondido estamos a praguejar... msn então.... (aliás, para ser franca eu sou do tempo do ICQ, lembra?)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;música era gravada em cassete e fazíamos cópia de música da rádio. Havia programas de rádio sem intervalos e sem narração, em que os blocos duravam exactamente o tempo das fitas (60, 90 ou 120 min). Era a cópia pirata na sua génese. Igual, mas com menos qualidade e um anúncio ou outro das Casas Bahia pelo meio. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;o meu sonho de consumo era fazer compras no Mappin.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;tinha Pogobol!!! E Atari!!! E cassetes de vídeo!!&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;o máximo era ter um walkman da Sony! &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;para telefonar íamos ao orelhão. Ou à casa da vizinha. Na melhor das hipóteses nós éramos a vizinha. Quando ninguém atendia presumia-se não se encontrar ninguém em casa, sem ressentimentos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;pagar compras só em dinheiro vivo ou cheque. Levantar dinheiro, só no banco, depois da fila e assinatura de um monte de papelada.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;contador de luz tinha um monte de reloginhos pequenos de ponteirinhos malucos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;recebíamos postais de aniversário e Natal. Eram todos iguais, o nosso sorriso é que fazia a diferença.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;bicicleta era Caloi.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;carro era Wolkswagem. Ponto final.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Crunch era Cri. Bolachinhas era dos Monstrinhos Crec-Crec. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Credo, estarei velha? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-159197632564893679?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/02/quando-era-mida-l-no-incio-da-dcada-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-2922224940695630664</guid><pubDate>Wed, 23 Jan 2008 14:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:16:00.582Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>gente doida</category><title>A secretaria da psiquiatria</title><description>No ano passado uma pessoa que me é muito querida passou por uma mau momento. E tomou uma decisão drástica: encheu-se de comprimidos na esperança de nunca mais acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que (felizmente) acordou. E depois disso precisou de tratamento médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou me abstrair de várias considerações que esse facto me leva a tecer. Vou me cingir ao facto caricato pelo qual passei depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter tomado os comprimidos como se de M&amp;amp;M's se tratassem a pessoa em questão foi conduzida, insconsciente, às urgências do Hospital da Universidade de Coimbra. Lá foi atendida e esteve internada por quase dois dias, depois mandara-na para casa com uma quantidade tal de medicamentos que muito me surpreende que conseguisse dizer "pão". Pediu-me então que ligasse para o Hospital, pois tinham lhe dito para marcar uma consulta ou algo do género, mas de tão confusa que estava não conseguia perceber nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liguei, fazendo-me passar pelo paciente. Fui bombardeada com todo o tipo de perguntas escrotas, do género "a que horas deu entrada no hospital?", "qual o nome do médico que a atendeu?"... Fiquei passada! Expliquei que teria dado entrada nas urgências inconsciente, estado no qual permaneci por horas. Ao que amavelmente me foi respondido "mas a menina é que tem de saber". Como pode alguém que acabou de sair de um internamento ser tratada assim? Eu que até estava sãzinha da silva fiquei indisposta depois do telefonema. Nada me foi informado. Disseram que enviariam um postal para casa. Quis então confirmar a morada que constava no sistema, não vá o diabo tecê-las. Foi-me dito que eu é que tinha de saber a morada que indiquei. "Mas minha senhora, eu estava insconsciente..."... Inacreditável!! Só digo uma coisa, eu que estava são considerei seriamente a possibilidade do suicídio depois deste epsódio. Chiça!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-2922224940695630664?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/secretaria-da-psiquiatria.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-4470654406859016431</guid><pubDate>Mon, 21 Jan 2008 12:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:16:49.754Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>verão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>calor</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>praia</category><title>A vila da Nazaré</title><description>Para que conste: eu gosto da Nazaré. Sempre gostei. Aquela praia simpática, o casario que acaba na boca da praia, as mulheres simpáticas, aquele jeito de falar a cantar...&lt;br /&gt;Depois há um certo jeito de ser tão característico dos autóctones... Impossível ficar indiferente, ama-se ou odeia-se.&lt;br /&gt;Na minha opinião todo nazareno nasceu para ser artista. E o é de facto. São todos artistas naquele palco que é a vila da Nazaré. Todos se conhecem, se aplaudem, exibem talentos únicos. Talvez por ter tido a sorte de conhecer os nazarenos certos eu pense assim. Ou são músicos, ou são cantores, ou são artistas plásticos... Ou simplesmente são pessoas tão fascinantes que a sua vida em si é uma forma de arte.&lt;br /&gt;Se não conhece vá. Vá à Nazaré, passe por lá um fim-de-semana, verá que não se esquecerá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-4470654406859016431?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/vila-da-nazar.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-979288922726690018</guid><pubDate>Fri, 11 Jan 2008 17:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:36:30.591Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>publicidade</category><title>O problema do cocó.</title><description>Estive a matutar naquelas publicidades que falam de coisas que servem para nos fazer.... digamos... ir. É isso, ir. Chego à conclusão que muita gente sofre de prisão de ventre, simplesmente porque não respeita um princípio muito simples: quando a natureza manda, o homem obedece. Se dá vontade de... ir, vá imediatamente!. Pior é quando dá vontade de... ir... e não podemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, depois acabam por usrgir uma infinidade de produtos para ir... Estão a ver aqueles cereais horrorosos, que são tão saborosos que mais apetece rasgar a caixa e comer com leite morno os pedacinhos de papel! IACA!!! E depois metem uma supermodelo de calções a dançar com a caixa na mão... Enfim... É claro que a super modelo não deve, digamos, ir. Para ter aquele corpinho não deve comer, loga não... vai. Se é que me fiz entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois há os iogurtes e a celebridade do programa para reformados. Ficamos a saber duas coisas: Fátima Lopes não fica lá muito bem de verde e sofre de prisão de ventre. Ou então ainda pior: Fátima Lopes não fica bem de verde e por dinheiro nem sequer se importa de falar das suas próprias fezes na televisão. Não é que não estejamos habituados, os programas que a senhora apresenta são sempre assim, enfim, um monte de fezes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-979288922726690018?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/o-problema-do-coc.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-4695176424938158683</guid><pubDate>Mon, 07 Jan 2008 12:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:36:47.111Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comida</category><title>Os vegetarianos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Volta e meia ponho-me a pensar nesse estilo de vida alternativo, vulgarmente conhecido por vegetarianismo... Dou comigo a pensar nessas pessoas que se privam desse prazer que é comer um bom pedaço de picanha mal passada, bem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;salgadinha&lt;/span&gt;... Não consigo compreender como podem conseguir resistir! Entendo e respeito as motivações de quem opta por esse estilo de vida, mas não sei se seria capaz de ir pelo mesmo caminho. Ser omnívora é um prazer! Sei que devemos comer para viver e não viver para comer, mas... Depois há aquela necessidade de vigiar tudo o que se come, pois pode haver carne escondida numa sopa, ou outro tipo de produto de origem animal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso os vegetarianos assumem uma postura de superioridade moral que me incomoda deveras. São os paladinos dos quadrúpedes, defensores dos irracionais. Não sei bem se há moralidade nisso de comer tubérculos e folhas... Imagine-se o trabalho que não representa capturar um boi para comê-lo??? Primeiro é preciso coragem para encarar o bicho, além disso há que entrar com força e coragem, provavelmente correr atrás do animal, eventualmente fugir dele... Sei que hoje os animais são de matadouro, mas imagine-se que não, temos uma criação e temos de tratar da nossa carne. O bicho defende-se, tem patas, foge de nós! Por outro lado, o que faz um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tubérculo&lt;/span&gt; indefeso? Nada! Não pode correr, não pode fugir, não se pode defender. Está ali, é capturado (colhido neste caso) e cruelmente ingerido. Quem me garante a mim que o vegetal não sofre? Ele também respira, também é um ser vivo. Cobarde é arrancar a cenoura da terra. É matá-la também, não é? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse é um ponto. O segundo ponto é o facto de que os vegetarianos produzem uma quantidade muito maior de gases intestinais que um omnívoro. É verdade, a flatulência nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;vegans&lt;/span&gt; é mesmo um problema. Andam para aí esses seres magros, sem cor nas faces, meio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;abúlicos&lt;/span&gt; e cheios de moral proclamando sua superioridade comportamental... Até que a verdade revela-se, ou melhor, cheira-se. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Definitivamente não há nada de superior em ser vegetariano. É apenas uma opção diferente, respeito isso, mas não acho moralmente superior. Ou, como dizem as más línguas, trata-se de um distúrbio alimentar de gente rica, validado pela moda em nome de uma suposta busca de mais saúde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-4695176424938158683?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/os-vegetarianos.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-7000849838271792514</guid><pubDate>Fri, 04 Jan 2008 11:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:37:03.514Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>saúde</category><title>A lei do tabaco.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Não sou fumadora e tenho resistido a vontade que me domina de tripudiar finalmente sobre tantos fumadores que durante anos ignoraram completamente o meu direito ao ar puro. Durante anos fui desrespeitada sistematicamente, privaram-me do mais essencial dos elementos: o ar que respiro.&lt;br /&gt;Não percebo bem que esquema mental intrincado que foi elaborado ao longo dos anos para justificar o facto de tanta gente andar a fazer mal aos outros e achar que tal coisa é um direito. Assim, um direito inquestionável e ponto final. Finalmente vou poder estar em alguns lugares públicos e vou poder respirar, sem ter de levar com a resposta "os incomodados que se mudem". Eu agora devia dizer isso a todos os incomodados com o ar puro: que se mudem. Mas não faço. Respeito o hábito, o vício, apenas peço que me deixem em paz. Para tanto têm de consumir a sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;droguinha&lt;/span&gt; legalizada longe de mim, das crianças, da comida, etc. Fumem lá o asqueroso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;cigarrinho&lt;/span&gt; onde quiserem, menos em cima de mim.&lt;br /&gt;Vejamos: seria aceitável se fosse um cigarro de haxixe? Não. É aceitável consumir álcool durante o horário de trabalho? Não. Existem salas especiais para pessoas que fumam haxixe? Não. Porque há de ser socialmente aceite que milhões de pessoas estejam a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;drogar&lt;/span&gt;-se em todo o lado e as pessoas que estão mal são os que não são viciados? Essa lógica perversa incomoda-me demais!!!!&lt;br /&gt;Agora estão preocupados porque as pausas para fumar prejudicam o trabalho. Ora, quem bebe não pode se embebedar durante o expediente. Pode quando muito beber um copo de vinho ao almoço, ou uma cerveja, mais do que isso não é aceitável. Interromper o trabalho para beber? Jamais! Porque podem então por em causa a jornada de trabalho por conta do tabaco? Querem saber qual a razão? Eu explico: é que até agora nós, que não fumamos, estivemos a levar com o fumo dos outros para todos os viciados pudessem consumir livremente, como se fosse normal ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;adicto&lt;/span&gt; ao que quer que seja. Jogar? É mau. Beber? Péssimo. Consumir drogas? Um horror! Mas fumar, fumar tudo bem.&lt;br /&gt;Desculpem, mas já não era sem tempo de se tomar uma atitude, de parar de fazer de conta que não são todos viciados. É urgente parar com essa atitude de está tudo bem. Mas não me admira, tendo em vista que até querem criar salas de chuto (e até fornecem a droga!). Não consigo achar isto tudo normal. Desculpem, não posso estar assim tão errada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-7000849838271792514?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/lei-do-tabaco.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-540757378563586276</guid><pubDate>Thu, 03 Jan 2008 12:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:37:27.759Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>publicidade</category><title>A publicidade que nos cega.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Sou uma grande fã de publicidade. Gosto de ver bons comerciais, presto atenção à linguagem e à estética da coisa. Na verdade encaro tudo como um jogo de sedução. Passo a explicar: imagine-se um tipo que até nem é assim tão giro, mas que dá-se ao trabalho de vestir bem, falar com correcção, levar-nos ao sítio certo... Enfim, esforça-se. Quer vender o seu produto (neste caso ele mesmo). Daria uma chance: publicidade é isso. Acho que se alguém se preocupa em fazer um anúncio com bom gosto e inteligência para me seduzir, levando a comprar a marca x, vou pelo menos experimentar (depois de pondera uma série de outros requisitos, claro).&lt;br /&gt;Reparei este ano que a Coca-Cola não teve a tradicional campanha de Natal, ou pelo menos não a vi (vejo muito menos TV desde que trabalho e tenho TV Cabo). Mas sinto falta, acho que faz parte da quadra. A Benetton, por exemplo, teve sempre umas campanhas fabulosas, quer se adorasse ou odiasse ninguém ficava indiferente às polémicas fotos de Oliviero Toscani para a marca. E o cãozinho da Scottex? Alguém fica indiferente? E o "touxim" da Vodafone, antes Telecel? Memorável. Lembro-me de jingles inteiros de publicidades que via quando tinha 8 anos, ainda no Brasil ("Groselha vitaminada Milani", "Toddy sabor que alimenta", "Danoninho vale por um bifinho", etc), e não sei apenas o slogan, sei o jingle todo mesmo!!! É obra! É a publicidade que nos domina, nos cega segundo alguns.&lt;br /&gt;Falando em cegar, não posso deixar de pensar que por vezes a publicidade ensurdece. Ou causa desejos de sermos surdos, para ser mais rigorosa. Sempre achei que as publicidades mais idiotas eram as dos detergentes da máquina/louça/lixívia. É um festival de falta de originalidade, clichés e mau gosto. Essa tendência tem-se alterado ultimamente com uma forte concorrência de boçalidade promovida pelos anúncios dos hipermercados. Como é possível alguém fazer um jingle com uma música ridícula, com uma voz horrorosa, rimando "doravante" com "elefante"??? Doravante??? Ninguém diz doravante! E quando achava que pior que isso não podia haver, aparece-me a Popota, que supera a Leopoldina. Desculpem, mas eu já tinha problemas com uma personagem cujas asas comportam-se como mãos e saem de dentro de um colete!!! Vejamos: não servem para voar (o colete impossibilita tal coisa) e também não servem para agarrar nada E fica dolorosamente mal. Um horror! A seguir aparece-me uma hipopótoma de top cantando um plágio da canção da Gwen Stefani (The sweet scape). Que mais poderiam os criativos deste país fazer? Ora, não pensem que acabou!!! Diabolicamente arquitectam uma campanha para o Continente baseado nem mais, nem menos do que no TEATRO DE REVISTA!!! Um lixo, nem sei comentar criticamente tal coisa: mau gosto, mau gosto, mau gosto!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-540757378563586276?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/publicidade-que-nos-cega.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-6990992518755414962</guid><pubDate>Wed, 02 Jan 2008 13:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:37:44.138Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>poesia</category><title>Amigos (por Vinícius de Morais)</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Tenho amigos que não sabem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;o quanto&lt;/span&gt; são meus amigos.Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;objeto&lt;/span&gt; dela se divida em outros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;afetos&lt;/span&gt;, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!&lt;br /&gt;Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ….A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.&lt;br /&gt;Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.Muitos deles estão lendo esta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;crônica&lt;/span&gt; e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.&lt;br /&gt;Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tremulamente&lt;/span&gt;, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.&lt;br /&gt;Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.&lt;br /&gt;Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer … Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;saber que&lt;/span&gt; são meus amigos!&lt;br /&gt;A gente não faz amigos, reconhece-os.&lt;br /&gt;(&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Vinícius&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Moraes&lt;/span&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-6990992518755414962?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/amigos-por-vincius-de-morais.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-5796748972973016058</guid><pubDate>Wed, 02 Jan 2008 10:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T16:38:32.899Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>moda</category><title>O ioga e o ano novo.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Parece que começou mais um ano... Vira-se a página do calendário, troca-se de agenda, documentos caducam, alimentos perdem a validade... E nós? Como ficamos? Na mesma. &lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Pretty&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;much&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; na mesma. Eu penso assim. Fora aquela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ruguinha&lt;/span&gt; no canto do olho que antes não estava lá mas que agora vê-se tão bem ao espelho, aquela dor no joelho que antes só sentia quando fazia desporto... É o tempo que passa, é o verdadeiro calendário que nos rege: o nosso corpo. Verdade seja dita, mesmo que aquela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;lenga&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;lenga&lt;/span&gt; do espírito jovem seja verdade, se o invólucro não estiver em condições não há espírito que aguente. É um facto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isso, e pensando quer no invólucro quer no espírito, tenho pensado muito no ioga. Na verdade ando a pensar nisso há uns anos... Ou seja, teoricamente eu já sei muito do assunto. Antes disso também tinha vasto conhecimento, teórico, sobre aeróbica, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;spinning&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;hidroginástica&lt;/span&gt;, e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho reparado ultimamente que na TV Cabo há um canal de coisas ditas esotéricas e do espírito. Um canal de credibilidade questionável, diga-se de passagem. Nesse mesmo canal, pela hora em que me levanto, lá via um chinês com um quimono ridículo (via de regra vermelho) a fazer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;tai&lt;/span&gt; chi &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;chuan&lt;/span&gt; (arte marcial que também tenho um profundo conhecimento, teórico claro). Mas por estes dias reparei que já não há chinês ridículo, há agora um trio de moças esbeltas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;longilíneas&lt;/span&gt; a praticar ioga. Umas imagens deveras estimulantes ver aquelas moças a moverem-se com uma graciosidade e leveza fascinantes. Eu, que gosto de homens, confesso dar comigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;mesmerizada&lt;/span&gt; com as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;moçoilas&lt;/span&gt; a alongar e mexer. Devo ser rigorosa: a fazer as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;asanas&lt;/span&gt; (n&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;amaste&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;lol&lt;/span&gt;). Não me interpretem mal, acho fascinante, gostaria de praticar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As moças fazem aquilo parecer tão fácil, tão suave... Que se eu não tivesse já me deparado com a realidade da coisa deixar-me-ia levar pela fantasia que a caixa da TV vende: isenção de suor, cores suaves, ausência de pó... Sim, porque das vezes que fiz ioga o chão estava coberto de uma fina camada de pó irritante, aquele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;cotãozinho&lt;/span&gt; nojento que se agarra à sola dos pés e às palmas das mãos e que torna tudo menos poético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade mesmo antes de ver as "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;ioguis&lt;/span&gt;" (ou será isso um iogurte?) na TV fui à procura de um espaço onde pudesse me iniciar na prática de ioga. Lá fui eu a um centro de ioga. Que decepção!!! Ficava num primeiro andar. Cheguei e vi umas pessoas de cabelo amarrado atrás da nuca, nada de peles e cabelos brilhantes, nada de saúde galopante. Na verdade as pessoas pareciam meio subnutridas. Perguntei se haveria alguém que pudesse dar-me algumas informações, esperando alguém com um ar plácido, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;zen&lt;/span&gt;. Nada. Ninguém apareceu. A luz do espaço onde esperava estava ligado (clandestinamente) à luz das escadas, o que implicava que se apagasse de 2 em 2 minutos, por conta do temporizador. Achei um pesadelo. Esperei 10 minutos em pé, ao frio e com aquela luz a apagar e acender. Decidi ir embora antes de ter um ataque &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;epiléptico&lt;/span&gt; com aquela luz a piscar. Achei melhor ver na televisão, muito melhor que a realidade. De facto a televisão faz tudo parecer melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-5796748972973016058?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2008/01/o-ioga-e-o-ano-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-4540667293227888740</guid><pubDate>Mon, 31 Dec 2007 11:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-04T11:16:22.820Z</atom:updated><title>Último...</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Hoje é o último dia do ano. Se há coisa que me irrita são aquelas pessoas que fazem as resoluções para o novo ano. E pior, aquelas pessoas que acham que toda a gente tem de fazer listas também.&lt;br /&gt;Há uns anos atrás perguntavam-me sempre: "Então, quais as resoluções??". Bolas!!! Não há resoluções!!! É apenas um dia, acaba um ano de calendário. O verdadeiro calendário, os verdadeiros marcos estão dentro de nós, no nosso cérebro, nas nossas memórias: o melhor verão, o melhor natal, o melhor ano, o dia mais triste... Nem sempre nos lembramos do dia do calendário, e se nos lembrarmos quase sempre é por haver algo exterior que podemos relacionar. Por exemplo, não sei em que dia foi, mas lembro-me do incêndio no Chiado. Lembro-me porque naquele dia estava a ver televisão com os meus pais e o meu irmão (coisa rara, já que os meus pais trabalhavam em turnos alternados). Não sei porque naquele dia estávamos todos juntos na sala, o meu pai deitado no sofá, minha mãe na poltrona, meu irmão (pequenino) a brincar e eu, sei lá, espantada com aquela rara reunião. Então no Jornal Nacional falaram de Portugal. Pela primeira vez aquele país que parecia apenas existir na imaginação do meu pai materializou-se como real para mim. Existia mesmo!!! Outra data marcante foi o dia em que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Zico&lt;/span&gt; falhou o penalti na Copa do Mundo do México, ditando a eliminação do Brasil. Lembro-me da profunda decepção que senti. Lembro-me da roupa que vestia, da minha reacção, dos meus sentimentos e mais uma vez da família à volta da TV.&lt;br /&gt;O ano acabou. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;A minha&lt;/span&gt; vida continua igual. Não acontece nada do que eu desejava, os meus mais profundos desejos ficam sempre por realizar... Que chatice! Sinto-me velhíssima, cansada...&lt;br /&gt;Bom ano, mais 365 dias para tentar outra vez! Há tempo.&lt;br /&gt;365 dias não, porque este ano é bissexto!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Ano Novo!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-4540667293227888740?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2007/12/ltimo.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4062772563805452461.post-1362676492332590520</guid><pubDate>Fri, 28 Dec 2007 15:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-31T11:58:59.343Z</atom:updated><title>Blogue: Ter ou não ter, eis a questão.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;É chegado o momento na vida de um cidadão em que ele pensa: tenho de ter um blogue! Ou talvez não, vejamos: há blogues para tudo. Há animais de estimação que têm blogues!!! Como ainda não vi nenhum gato a digitar algo num teclado, devo deduzir tratar-se de uma caso de esquizofrenia de algum dono que não é capaz de admitir que escreve mal. Tipo "Oh, pá! Escrevi aquilo como se tivesse a inteligência de uma gato, tás a ver?!". Ora bem... Eu não. Cá escreverei umas coisas dando asas à minha total inabilidade para a escrita, assim como à minha provável esquizofrenia. Fa-lo-ei sem usar capa hipócrita de felino ou personagem de B.D. Eis aqui a tipa que não sabe escrever, mas lá vai tentando. Quanto mais não seja para não perder o hábito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alturas houve em minha vida em que escrevia muito. Depois parei (nota-se, de resto). Não sei porque, ou melhor até sei mas foi revés que prefiro não registar aqui. Fica apenas na memória. Nos últimos anos tenho me apercebido que quanto menos falamos das nossas experiências pessoais melhor. Na realidade acho que as pessoas que conheço é que não são dignas de me conhecer assim tão bem. Mas eu não resisto e acabo sempre por falar demais. E depois arrependo-me. Nevermind.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4062772563805452461-1362676492332590520?l=acribia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://acribia.blogspot.com/2007/12/chegado-o-momento-na-vida-de-um-cidado.html</link><author>noreply@blogger.com (Umbra)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>